segunda-feira, 29 de julho de 2013

No trabalho, seja como a água.


por Hugo Nisembaum

Hoje tive mais uma constatação do que é sincronicidade. Trabalhando num projeto onde promovemos a utilização dos Pontos Fortes, chega um artigo de Jeremy McCarthy, responsável por um blog que acompanho e recomendo : The Psychology of Wellbeing.

Ele cita uma frase de Bruce Lee, que recomenda que sejamos como a água, que sem forma, se adapta a diversos conteúdos sem perder a sua essência, criando um ajuste perfeito ou encontrando a melhor maneira de fluir.

Esta analogia me agrada muito já que nos permite relacionar o que a psicologia positiva enxerga como possibilidades de obter bem estar e significado no trabalho.

Não se trata de encontrar o “trabalho dos sonhos” e sim encontrar maneiras de flexibilizar e adaptar-se ao seu meio e achar o “molde” perfeito ou uma perfeita fluidez.  

Temos a tendência de pensar que certos trabalhos podem ser altamente significativos (um cirurgião) e outros menos (um auxiliar de limpeza no hospital).

Pesquisas realizadas por Amy Wrzesniewski da Yale University sugerem que as pessoas possuem diferentes orientações para o trabalho, independente da natureza do trabalho que realizam. No mesmo hospital podem ter médicos que encaram seus trabalhos simplesmente como “empregos” ou uma forma de ganhar a vida, e lá mesmo podem ter auxiliares de limpeza que enxergam seu trabalho como um “chamado”, e sentem um grande significado naquilo que fazem, já que relacionam o seu trabalho com a geração de bem estar para os pacientes.

Um fator muito importante é o senso de autonomia que as pessoas percebem nos seus trabalhos, ou como conseguem direcionar suas carreiras. Os caminhos que escolheram tem propósitos definidos?

Ou simplesmente estão se deixando levar, sem controle, e sem influenciar na direção?

Uma maneira de reordenar e dar propósito aos trabalhos na busca de aproveitar o que existe de melhor em cada um é o que chamamos de Job Craft ou Redesenho do Trabalho.

Basicamente, Redesenho do Trabalho ou Job Craft promove mudanças sutis nas suas maneiras de trabalhar que lhe permitem usar mais autonomia, aproveitar melhor os seus Pontos Fortes ou expressar melhor os seus valores pessoais na busca de uma vida mais significativa.

Propomos que as pessoas conheçam os seus Pontos Fortes, que verifiquem em que medida estão conseguindo dar plena expressão nos seus trabalhos e a partir de ali analisem os seus trabalhos observando 3 aspectos:

1.    A mudança no escopo e nas tarefas. As pessoas podem fazer com que os seus trabalhos se tornem mais plenos agregando tarefas que permitem desenvolver ou usar os seus pontos fortes e manifestar os seus valores pessoais, o que traz maior significado ao que fazem. Sabendo que nem todos tem a liberdade de mudar as tarefas designadas, a possibilidade de enfatizar certas tarefas ou redesenhar tarefas de maneira mais consistente aos seu Pontos Fortes e Valores.

2.    A mudança nos relacionamentos.  As pessoas obtém muito significado na vida por meio das suas conexões com outras. Usar o trabalho como um meio de construir e formar relacionamentos com outras pode fornecer um caminho para grande bem estar e significado no ambiente de trabalho.

3.    A mudança de percepções. Em muitos casos, não é a mudança em si dos aspectos do trabalho e sim mudar a maneira como nos relacionamos com o mesmo. Considere o exemplo do auxiliar de limpeza no hospital, que enxerga o seu trabalho como uma parte importante da recuperação dos pacientes. Ele está fazendo o mesmo trabalho que outros auxiliares de limpeza, porem consegue extrair mais significado do trabalho pela forma de encará-lo.

Sendo como a água, deixamos de buscar a carreira ou o chamado perfeito.

Muitas vezes, como ouvi dizer em um cliente, “as pessoas precisam criar a cadeira na qual querem sentar-se, levando em conta suas motivações pessoais, seus pontos fortes, seus interesses”. O trabalho ideal não existe, é algo que cada um precisa criar.





quarta-feira, 17 de julho de 2013

O Homem evoluiu para imaginar e realizar o futuro – Um resumo do Terceiro Congresso Mundial de Psicologia Positiva.




por Miguel Nisembaum

O Homem é o único ser vivo que realiza as coisas com base na sua perspectiva de futuro.
Animais podem desenvolver laços e capacidade de raciocínio e outras capacidades mentais surpreendentes porem a capacidade de desenvolver uma visão de futuro é humana.

Muito mais do que o simples aspecto de sobrevivência na base da famosa pirâmide de Maslow o homem busca  a Auto-realização e dentro dela claro está a busca por significado tema do excelente livro de Victor Frankl – “Man’s search for meaning”.

No estado de crise e constante alerta e tensão em que o mundo se encontra certamente não é a visão pessimista que faz com nos levantemos de manhã para enfrentar um ambiente hostil e incerto. Aspectos como esperança e otimismo alimentam a busca pelo bem-estar, e isto é o que consciente ou inconscientemente  nos impulsiona,  seja você um pescador em Quixeramobim, um executivo em São Paulo, ou um aborigene na Austrália.


Discutir estes  temas com forte embasamento em pesquisa científica é o que levou 1500 pessoas , desde empreendedores, pesquisadores, empresários, pedagogos, médicos, músicos a Los Angeles de 27 a 30 de Junho.


É realmente impressionante  ver temas tratados por Sócrates, Aristóteles, e tantos outros filósofos e pensadores  e até conceitos da sabedoria popular, coisas que nossos avós diziam, sendo comprovados em pesquisas sérias com um enorme volume de dados globais.


E o aspecto que penso ser  “o pulo do gato” é que toda a teoria é altamente aplicável e replicável através de uma série de metodologias extremamente pragmáticas e que já comprovadamente trazem ótimos resultados.


Vou dar alguns exemplos do que vi de empresas que aplicam esse tipo de abordagem e o impacto em resultados mensuráveis  o famoso e as vezes temido ROI.


Humana - Uma empresa de seguros de sáude que resolve mudar sua abordagem até no seu slogan . Humana – Health and Wellness . Seu foco é hoje proporcionar de fato condições e ferramentas para que seus segurados possam trabalhar muito mais nos aspectos preventivos, e elementos que contribuem para uma recuperação mais rápida.


Um dado interessante sobre proporcionar emoções positivas e saúde em pesquisa realizada pela UCLA sobre o impacto de emoções positivas no genoma humano , mapeando 20.000 indíviduos, 200 genes que estão associados a manifestação de doenças cardiovasculares, câncer, inflamação foram influenciados positivamente.


O método para mensurar o bem-estar dos seus empregados e das empresas que  contratam seus serviços inclui dimensões que vão além das tradicionais medições físicas e de absenteímo ou número de consultas em um mês.


 Sua escala de bem-estar inclui medidas de saúde( física, mental, espiritual), segurança (financeira,pessoal, ambiental), se sentir parte (sociabilidade, vida em comunidade,  e em família), e finalmente medir seu senso de propósito ou significado.


Joie de Vivre – Uma cadeia de hotéis boutique que pretende proporcionar experiências que façam com que seus hóspedes se sintam em seu melhor momento. Não é só conforto , ou bom serviço é buscar real identificação com o cliente.  Para seus colaboradores não só que estes se identificam com a cultura e estejam comprometidos , mas que realmente encontram significado naquilo que fazem.


Google- Já  é conhecido pelo pouco usual e criativo método de contratação. O que me chamou a atenção é que as pessoas não são contratadas para uma função específica senão pela contribuição que podem trazer. Ou seja isto permite com que o indivíduo realmente encontre onde pode contribuir com suas capacidades naturais, conhecimentos, interesses e experiências e como consequência possa fluir no trabalho e entregar resultados surpreendentes.


Um modelo de negócio que visa o bem-estar  em todas as dimensões ( humana, financeira, social, ambiental) tem se mostrado sustentável e transformador .


É bacana ver que estes temas estão saindo da esfera marginal de apenas transmitir uma boa imagem perante aos clientes, colaboradores, investidores e outros stakeholders  e entrando na essência dos modelos de negócio.


Pra encerrar a reflexão deixo com vocês com uma frase de Albert Einstein.


“A diferença entre passado, presente e futuro é somente uma teimosa e persistente ilusão” – Albert Einstein.

Sejamos ousados e vamos permitir e trabalhar para que esse bem-estar  se manifeste não no futuro mas agora.








segunda-feira, 27 de maio de 2013

Cientistas Descobrem Ponto de Massa Crítico Para o Contágio de Ideias

Cientistas no SCNARC- Social Cognitive Networks Academic Research Center (SCNARC) at Rensselaer descobriram uma ideia até então considerada o mito urbano do 100º Macaco, que se numa população 10% tiver uma opinião inabalável isso se espalhará para os restantes 100%.





O ponto de massa critica é referido como o "centésimo macaco" devido a uma experiência feita nos anos cinquenta. Foi alegado por Lyall Watson no seu livro Lifetide que um macaco ensinou outro a lavar batatas que ensinou outro que ensinou outro e em pouco tempo todos os macacos da ilha lavavam as batatas quando nenhum antes as tinha lavado. 

Quando o centésimo macaco aprendeu a lavar batatas, repentina, espontânea e misteriosamente os macacos de outras ilhas, sem contato físico com os primeiros, começaram a lavar batatas!



fontes : www.phys.org


quarta-feira, 3 de abril de 2013

O Maior Ser vivo da Terra

por Belen Varela - Espanha

Se alguém lhe perguntar qual o maior ser vivo do mundo, o que você responderia? Alguma árvore como a sequoia ou talvez uma baleia azul?
A resposta não seria totalmente equivocada, mas existe um ser ainda maior. É conhecido como Armillaria Ostoyae e passa desapercebido porque como é comum acontecer, é muito maior do que parece ser.

A primeira vista é um pequeno fungo de cor ocre que brota durante o outono nos bosques ocidentais da América do Norte, sem muito mais pretensão que ser devorado apesar de seu pouco sabor. Mas recentemente cientistas descobriram que as suas raízes se estendem abaixo das cascas das árvores e no espaço entre as árvores alcançando centenas de hectares.

Não posso evitar pensar em quantas Armillaria conheço nas empresas e sobretudo quantas passam desapercebidas. Se ocultam discretamente sem deixar-se ver pelos demais, por que não conhecem sua verdadeira identidade ou porque temem se expor, ou porque acreditam que ser um simples organismo é uma besteira.

São pessoas de diferentes procedências raças, cores e tamanhos que podem brotar em qualquer época do ano e em qualquer lugar do mundo , sempre que as condições básicas pra que elas floresçam existam, é preciso conscientizar-se e decidir manifestar-se.

Por fora podem ser diferentes mas compartilham da mesma inquietação, a de promover o que a filosofia  Aristotélica chama de “o bem para o homem” ou seja o bem-estar.

Esta inquietação é uma enorme raiz profunda na essência da nossa condição humana,
transformando-se no maior organismo social vivo da Terra.

Este organismo precisa de chefes, educadores, pais e líderes que ajudem as pessoas a desenvolver seus pontos fortes.
Necessitam desafios complexos e dificuldades a serem superadas. Com um processo de liderança positiva, podem aflorar  a criatividade, a inovação , a superação, assumir maiores desafios e certamente a resiliência.

A Armillaria mais velha encontrada até hoje vive nas Blue Mountains, a leste de Oregon com 2.400 anos, assim como os discursos sobre bem-estar de Aristóteles. Curiosa coincidência!

Se você já descobriu tua verdadeira raiz, ou tem disposição para  descobrir faço um convite para que nos vejamos em breve em Maio, em São Paulo na 1ª Conferência Ibero-Americana de Liderança!

Um abraço ,

Belén Varela

Sobre a autora - "A curiosidade direciona-me constantemente para estudar e explorar o campo do comportamento humano nas organizações, assim passei a fazer parte de IPPA (Associação Internacional de Psicologia Positiva) e da SEPP (Sociedade Espanhola de Psicologia Positiva). Em AEDIPE (Associação Espanhola de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento) estou na presidencia de Galicia, um grupo que aposta fortemente na criação de modelos que integrem o bem-estar e os resultados de negócios."


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A busca de significado no trabalho e a preparação dos novos líderes

por Hugo Nisembaum

Recentemente, alguns artigos em revistas nacionais chamaram a minha atenção com títulos sugestivos como “O trabalho perdeu o propósito” e “O chefe em crise”.

Tanto a busca de sentido no trabalho e o grau de preparação dos novos chefes são problemas que empresas, chefes e colaboradores vivenciam e procuram avidamente por respostas.

As formas de fazer negócio mudaram radicalmente, as tecnologias que usamos e as expectativas de quem entra no mercado de trabalho também, porém as praticas de gestão de pessoas são as mesmas de mais de 25 anos atrás.

Numa pesquisa realizada pelo Guia Você S/A deste ano, os chefes tiveram a pior avaliação medida desde que esse estudo começou em 1996. “As questões relativas à credibilidade e confiança no chefe são as mais criticas”.

Não é de estranhar, já que tanto por necessidades da empresa e expectativas da nova geração, são empossados em posições de comando profissionais cada vez mais jovens.

Uma informação muito interessante do Guia Você S/A – As melhores Empresas para Começar a Carreira nos informa que há 15 anos, os jovens levavam o dobro de tempo para assumir uma posição de chefia (supervisor. Coordenador ou gerente). Hoje levam aproximadamente 5 anos.

A mesma pesquisa afirma que o resultado disto é que quem está em posição de comando tem pouca experiência e baixo grau de autoconhecimento.

Muitas vezes promovemos pessoas com um Grau de Prontidão baixo para assumir a posição. Com isso, podemos afirmar que queimamos a largada.

Por isso, recomendamos verificar qual é o grau de equilíbrio que existe entre a busca por resultados, a estruturação do trabalho, a sua abertura a mudanças e a capacidade de lidar com pessoas. A analise destes 4 aspectos nos permite direcionar e individualizar a formação necessária de cada chefe.

Ajudá-lo a conhecer quais são as suas capacidades naturais, seus talentos, que conhecimentos, habilidades e experiências precisam incorporar contribui para um aumento de autoconfiança e na definição dos objetivos a perseguir.

Barbara Kellerman, no seu livro o Fim da Liderança  afirma que “os lideres e subordinados vão ter que definir novos acordos. Para isso, os chefes têm de compreender melhor o contexto em que estão inseridos e entender os empregados que estão tentando trazer junto de si. Se esses acordos não forem re-estabelecidos, as empresas vão ter sérios problemas para atrair os jovens e reter seus profissionais mais experientes”

Trazer junto de si e reter nos leva ao tema Propósito e Significado do trabalho.

Há uma clara necessidade de estabelecer um novo contrato psicológico, um acordo que dite as regras do jogo. Num ambiente de mudanças rápidas, é necessário rever periodicamente este contrato.

As empresas precisam conferir sentido as pessoas que as compõem, ou pelo menos, dar a oportunidade de buscar e encontrar significado no que fazem.

Num momento em que cada vez mais as pessoas querem e precisam expressar a sua individualidade e mostrar seu diferencial e como agregar valor, ainda queremos moldá-las a perfis pré-concebidos.

 Isto pode em parte explicar o alto nível de desengajamento identificado no Brasil.(30 % desengajados, 16 % se sentem desvinculados da empresa e 26 % não se sentem apoiados por ela).

Muitos exemplos são dados de profissionais que optaram por sair da empresa e montar os seus próprios negócios como alternativas para encontrar significados e propósitos no que fazem.

Porém, existe espaço para encontrar sentido no trabalho e rever propósitos dentro das organizações.

É responsabilidade dos chefes promover o constante engajamento, e contribuir para que os seus colaboradores possam manifestar o que existe de melhor neles. Isto com certeza aproxima as pessoas dos seus propósitos e ajuda a encontrar sentido no trabalho.

Se quisermos estimular o engajamento, devemos dar espaço para que o desenho e expectativas do trabalho e seus respectivos resultados não seja exclusivamente um processo top down.

Por isso a importância de promover um Redesenho do Trabalho, convidando o ocupante da posição a propor melhorias tanto no escopo, tarefas, relacionamentos e com isto aumentar o sentido e propósito do trabalho, estimulando uma iniciativa down up.

Isto permite uma comunicação mais fluida entre chefe e colaboradores, o aporte de novas idéias de ambas as partes, e aumenta a noção de propriedade do trabalho e contribuição ao negócio de quem realiza o Redesenho do Trabalho.

Como afirmamos anteriormente, as formas de fazer negócio mudaram, as expectativas e a “paciência” dos novos profissionais é proporcional a velocidade que as empresas querem e precisam dar aos seus processos e as abordagens de gestão de pessoas precisam acompanhar esse novo tempo. 


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O lado ruim de ser pau pra toda obra

por Miguel Nisembaum
 
 
Quem está acostumado a ver título positivos  em nosso blog talvez estranhe o título deste artigo, mas o fato é que existe um lado negativo em ser alguém com quem se possa contar em qualquer ocasião.
 
Muitas vezes ao olhar o nosso histórico de carreira e nos depararmos com tantas atividades  executadas com resultados positivos não conseguimos traçar com clareza o que nos diferencia.

Essa tendência em estar sempre de prontidão para  dar suporte em qualquer atividade  faz com que seja comum nos sentirmos com um volume muito grande de trabalho, porém com nossos Talentos  subutilizados.

Geralmente pessoas com essas características são movidas por resultados, e por conseguir alcançá-los são procuradas por outras pessoas para executaram as mais diferentes tarefas e passam a ser vistas como alguém com quem se pode contar em todas as ocasiões.

Acabamos fazendo muitos projetos mas, nos distraímos e nos distanciamos daqueles projetos que seriam os nossos pontos de mais alta contribuição , assim tanto companhia como profissional perdem.

A responsabilidade disso é compartilhada com os gerentes e empresas que muitas vezes não traçam um plano claro de desenvolvimento dos colaboradores e com o próprio profissional que não traça para si um plano.

O ponto de maior contribuição está onde Talento e Paixão se encontram com o momento e necessidade do mercado.
 
 
 
 
Existe sempre uma tensão entre uma carreira generalista e de especialista, não estamos sugerindo que a mudança seja radical de um lado ou outro. Ser capaz de executar e navegar em atividades diferentes é importante em muitos cargos, e ter uma visão global das coisas também é.

Ao invés de buscar mais atividades para fazer, devemos buscar nosso maior ponto de contribuição e, uma vez encontrado, existe um caminho a trilhar para desenvolver e manter este ponto presente. Ter claro o norte e saber onde aplicar seus pontos fortes é o que levará ao sucesso sustentável ( veja este artigo publicado sobre o tema).
Um cuidado importante é não cair no que o consultor Greg McKeown chama de paradoxo da clareza.
Fase 1 – Quando realmente temos clareza de propósito somos bem sucedidos.
 
Fase 2 – Quando somos bem sucedidos temos mais opções e oportunidades
Fase 3 – Quando temos mais opções e oportunidades  nossos esforços tendem a ser dispersos.
Fase 4 – Dispersão de esforços e energias acabam  embaçando a clareza inicial que nos levou ao sucesso.

Algumas dicas para manter essa clareza de próposito em direção ao seu maior ponto de contribuição:

1-Seja criterioso nas suas escolhas.
2- Pergunte-se o que é essencial e mantenha só os aspectos e atividades que garantem a construção e manutenção disto.
3- Cuidado com o efeito “apego” na hora de deixar de lado  aquilo de que não precisa ( atividades, conhecimentos, usos e costumes)

Pode parecer uma abordagem um pouco individualista mas não é, as pessoas que geram impacto positivo em suas empresas e comunidades certamente tem muito claro qual o seu propósito e qual o seu ponto de maior contribuição.

 

 

 


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Uma explicação animada - O que é Psicologia Positiva?

Esta animação de 5 minutos produzida por Nick Standlea, resume bem o que é a Psicologia Positiva e o estudo do bem-estar.